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Mostrando postagens de novembro, 2010

The Velvet Underground - Heroin (song only)

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PARA OS APLAUSOS DO SILÊNCIO PSICOLOGIA DO ATOR Vagner Rossi REVELAÇÃO Por trás dos olhos, o claro. Por trás da lâmina, o plano. Por trás do pano, o ato. Por trás da máscara,                                                    o cara! APRESENTAÇÃO Não vos peço nem um aplauso, mais do que golpes de faca, o show terminal deste palhaço que vos fala. Podeis rir, ou, talvez, franzir vossos semblantes, no final eu peço bis, e que a vaia se levante! Saltimbanco do teatro, ator, mas sem máscara, morro no primeiro ato, me dispo neste palco, agora feito de fato, onde o real representa o seu fictício diário. Sou falso, mas me faço sempre de engraçadinho por pura falta de graça. Eu sou o personagem. Se me atirarde...

Aníbal Machado

"A imagem poética, em súbita aparição, já vem com os ritmos orgânicos que a prendem a todo o sistema do Universo"

Eucanaã Ferraz

O poema perfeito, por sê-lo, silenciaria.

Marianne Moore

POESIA Também não gosto. Lendo-a, no entanto, com total desprezo, a gente acaba descobrindo nela, afinal de contas, um lugar para o genuíno.

A André Gide

Muitas coisas já foram ditas e as que não foram expressaram seu silêncio.             Vagner Rossi

Lauryn Hill Zion

Uivos escolhidos de Ginsberg

"Eu vi os expoentes de minha geração destruídos pela loucura,   morrendo de fome, histéricos, nus, arrastando-se pelas ruas do bairro negro de madrugada em busca   de uma dose violenta de qualquer coisa, "hipsters" com cabeça de anjo ansiando pelo antigo contato   celestial com o dínamo estrelado da maquinaria da noite, que pobres, esfarrapados e olheiras fundas, viajaram fumando sentados na sobrenatural escuridão dos miseráveis apartamentos sem água quente, flutuando sobre os tetos das cidades contemplando  jazz, que desnudaram seus cérebros ao céu sob o Elevado e viram anjos maometanos cambaleando iluminados nos telhados das casas de cômodos, que passaram por universidades com os olhos frios e radiantes alucinando Arkansas e tragédias à luz de William Blake entre os estudiosos da guerra, que foram expulsos das universidades por serem loucos e publi- carem odes obscenas nas janelas do crânio, que se refugiaram em quartos de paredes d...

Mário Chamie

Sou Chamie, venho de Damasco. Franco-egípcio é o meu passado. Sírio sou helenizado. De Damasco ao meu legado, sou católico e islâmico, copta apostólico catequizado. No pórtico mediterrânico, sou ático e arábico. Vou contra o deserto de desafetos contrários. Sem custo nem preço que se meça, em nome de meu gênio atlântico e adriático, desprezo a cabeça e a sentença de meus adversários, adversos e vicários. Sou Chamie, Mário. Franco-egípcio é o meu passado. Por onde entro, venho de Damasco pela porta do apóstolo Paulo. Sírio sou helenizado. Venho de Damasco, por onde saio.

Carlos Ávila

"DUVIDAR DE TUDO este raro privilégio pode ser seu"

Leminski

"Alvorada   alvoroço        troco minha alma por um almoço"

Mário Quintana

Um bom poema é aquele que nos dá a impressão de que está lendo a gente ... e não a gente a ele!                           Mario Quintana - A vaca e o hipogrifo

Uma Frase de Chateaubriand

"Escritor original não é o que não imita alguém, mas sim aquele que ninguém pode imitar"                                                              Chateaubriand